quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Laura Riesgo


La escritora peruana Laura Riesco vivió amando la palabra y sus posibilidades. En 1994 publicó, luego de 16 años de silencio literario, la celebrada novela experimental Ximena de dos caminos. Nació en La Oroya, pero vivió en Estados Unidos. Fue profesora en la Universidad de Maine. Diversos diarios y blogs recuerdan que hay una deuda con la lectura y la valoración de su breve pero importante obra, ante la noticia de su temprana muerte la semana pasada, a los 68 años, cuando aún tenía cosas qué contar.


 Sobre escribir, Riesco dijo:
"Escribir es un recorrido incierto por las sendas tortuosas del temor y el auto-reconocimiento. Con suerte, este proceso puede resultar una terapia sin garantías duraderas, pero que en momentos privilegiados levanta un peso de nosotras, y en algo libera".



Carlos Sotomayor la recuerda hoy en La República:
"En el año 1978 Laura Riesco (nacida en La Oroya, en 1940, según reza el apunte biográfico), publicó una novela titulada El truco de los ojos. Sin embargo, pese a los aciertos de su ópera prima, tuvieron que transcurrir dieciséis años para que entregara su celebrada segunda novela: Ximena de dos caminos (1994). La novela, considerada como una pieza importante en nuestras letras, relata la historia de una niña que vive en un centro minero y es testigo de las grietas sociales que surgen a partir de las diferencias que existen entre dos mundos culturales distintos. Ximena de dos caminos, como lo señala el poeta y crítico literario Camilo Fernández Cozman, es una intensa novela de temple lírico y de rara perfección que penetra en la sicología de una niña, Ximena, la cual vive entre dos mundos. Se trata de un sujeto descentrado que oscila entre dos universos culturales: la Sierra frente a la Costa; el campo frente a la ciudad; y el mundo infantil frente al de los adultos.Por otro lado, el escritor Carlos Calderón Fajardo señala que su obra no fue lo suficientemente valorada porque publicó tarde su novela más interesante, en los 90, porque vivía en Estados Unidos y porque al no estar dentro del proyecto estético y político del grupo Narración, a pesar de su proximidad a este tipo de narrativa, casi pasó inadvertida".
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sexta-feira, 3 de agosto de 2012

O QUE É LITERATURA COMPARADA?


O QUE É LITERATURA COMPARADA?

Literatura Comparada é ramo da Teoria Literária que estuda, através de comparação, a literatura de dois ou mais grupos linguísticos, culturais ou nacionais, diferentes; incidindo o seu foco especificamente não tanto na comparação da literaturas em si, mas com maior ênfase nas respectivas teorias da literatura. Embora seja mais praticado com trabalhos em diferentes idiomas, os estudos de literatura comparada podem também ser realizados em trabalhos em um mesmo idioma, de diferentes nações ou culturas na qual a língua é falada. Também pode abranger a comparação de diferentes tipos de artes; por exemplo, pode investigar a relação de filmes com a literatura estudada.
Em outras palavras, a Literatura Comparada pode ser compreendida como um campo interdisciplinar cujos “praticantes” estudam literatura transversalmente às fronteiras nacionais, ao tempo, às línguas, aos gêneros, aos limites entre a Literatura e as demais artes, assim como qualquer outra disciplina (literatura e psicologia, filosofia, ciências, história, arquitetura, sociologia e política).
A Literatura Comparada, doravante LC, é uma abordagem multidisciplinar que consiste nos estudos comparativos das literaturas de diferentes áreas linguísticas, mas também de diferentes mídias e tipos de arte. O comparatista pode se interessar pelas literaturas nacionais, assim como pela música, pela pintura e pelo cinema, por exemplo. A prática dessa disciplina exige o domínio de muitas linguagens e conhecimentos em mais de um domínio de pesquisa. Por sua natureza pluralista, a LC encoraja o intercâmbio entre as disciplinas e os lugares de pesquisa.
A expressão “Literatura Comparada” surge no século XIX e usa-se da comparação de estruturas com finalidade de extrair leis gerais da literatura. Consagrada academicamente na França, tem sua primeira cátedra em Lyon, em 1887, seguida por Sorbonne, 1910. Mas apenas nos primeiros decênios do século XX, ela ganha estatura de disciplina reconhecida, tornando-se objeto de ensino regular nas grandes universidades européias e norte-americanas e dotando-se de bibliografia específica e publico especializados. Suas grandes representações foram a Escola Francesa (criada nos princípios de fonte e influência), a Escola Americana (despojada de inflexões nacionalistas, grande ecletismo, fácil absorção de noções teóricas), Escola Soviética (compreensão da literatura como produto da sociedade).
Postado por Janine Santos acadêmica do 5º período de letras espanhol.