terça-feira, 27 de novembro de 2012

As aulas de literatura comparada cada dia se tornaram mais interessantes, nos  trabalhos  onde foram comparados a literatura com o cinema.Nas apresentações desses trabalhos pude perceber que embora o cinema seja uma cópia quase fiel da obra, como ocerreu nas apresentaçõs das equipes que levaram o filme "O carteiro e o poeta" e "o menino do pijama listrado", podemos entender que nos filmes há sim semelhanças com o livro mais também ha diferenças, e ao analisar o filme junto a obra as nossas percepções se ampliam e as obras ganham vários significados.As exibições desses trabalhos foram degrande relevância para nosso percepção quanto acadêmicos de letras,  uma vez que estamos estendendo nossos conhecimentos e nossa percepção crítica. Através da leitura das obras e do cinema.
Ainda posso relatar mais um dos seminários que foram as apresentações da Historia, Cultura,e principalmente da Literatura de alguns países hispânohablantes, dentre eles Argentina, Chile, Uruguai, Paraguai etc. O que pude receber com isso foi um vasto conhecimento a respeito desses paises. 


O meu  pé  de laranja lima_Zezé tem quase oito anos e vive com sua família pobre no interior. Ele é sensível, ele é precoce, ele é um contador de histórias: ele é um problema! Seu esporte favorito é transformar sua casa e a vizinhança em cenário para suas traquinagens. E elas não são poucas. Seu refúgio preferido é um pé de laranja-lima. É com ele que desabafa as coisas ruins que lhe acontecem, que comemora uma boa novidade ou com quem divide suas travessuras secretas. Uma história de amor e amizade tão tocante quanto o mais improvável dos encontros.

segunda-feira, 26 de novembro de 2012

DOM


 Dom é a história de Bento, um menino, cujos pais, apreciadores de Machado de Assis, resolveram batizá-lo assim em homenagem ao célebre personagem Dom Casmurro. Tantas vezes foi justificado a razão da homenagem que Bento (Dom) cresceu com a idéia fixa que seria o próprio Bentinho, destinado a viver exatamente aquela história. A vida imita a arte e para Dom o triângulo amoroso se forma entre a esposa Ana e seu melhor amigo Miguel. O destino irá fazer com que Bento viva o resto de seus dias com a eterna dúvida à qual Machado condenou seu personagem.https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEjBhvEEEFEprSyHTpDQPhZFvMb4vYFA-ip1BIxpuDsR2otmCFuH-D2jH9vJon7GYDnuhcDzevcEO1WKlap9HLy-Ziw2x5JJZcenme9y85otXDGQA7WWNkAGF5sv3Yre1NRUO3xrlYNU7AM/s400/dom-poster01.jpg



                                            



















Brasão  da Argentina
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Bandeira da Argentina

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Nome oficial: República Argentina
Capital: Buenos Aires
Localização: América do Sul
Data de adoção: 27 de fevereiro de 1812

homenagem a bandeira argentina
O Monumento Histórico Nacional à Bandeira é uma construção símbolo da cidade de Rosário. Fica no lugar onde o General Belgrano hasteou pela primeira vez a Bandeira Argentina às margens do Rio Paraná.

Em fevereiro de 1812, o General Manuel Belgrano, herói da guerra de independência argentina, propôs ao governo a criação de um distintivo nacional que pudesse ser usado pelo exército. Foi aprovada uma roseta de cores azul celeste e branca, que levou o general a desenhar uma bandeira com as mesmas cores. Em uma nota, Belgrano comunicou: “… sendo preciso hastear a bandeira, e não a tendo, mandei-a fazer branca e celeste conforme as cores da roseta nacional”. A bandeira foi usada pela primeira vez na cidade de Rosário, às margens do rio Paraná, onde seus soldados fizeram um juramento à bandeira.

Cultura da Argentina

No seculo XX floresceu a poesia e a narrativa argentina, uma vez superada a herança costumbrista e realista do seculo anterior. A poesia, que no seculo XIX so tinha contado com alguns nomes relevantes como Guido Spano e Leopoldo Lugones, alcançou um alto grau de originalidade e renovação criativa com a obra de Jorge Luis Borges, Leopoldo Marechal, Ricardo Molinari, Alfonsina Storni, Arturo Capdevila, Enrique Banchs, Baldomero Fernandez Moreno e Norah Lange.
Uma evolução analoga aconteceu com a narrativa, cuja qualidade colocou autores como Eduardo Mallea, Julio Cortazar, Manuel Mujica, Ernesto Sabato, Nestor Sanchez e Adolfo Bioy Casares, na vanguarda da literatura universal.

Literatura: A historia da literatura conheceu na Argentina um processo de desenvolvimento que partiu das raizes hispanas, buscou formas de expressão nacional e popular e chegou à consolidação de grandes personalidades literarias de categoria internacional.

Arte: A arte pre-colombiana so encontra motivos de interesse na cultura dos diaguitas, e especialmente a cerâmica dos calchaquis, que se localizavem em Tucuman e Santiago del Estero, a partir da colonização os espanhois consolidaram durante varios seculos a arte.

Arquitetura: A arquitetura remonta-se à chegada dos espanhois à Argentina, mas no seculo XVIII, teve uma grande repercussão, e a grande influência italiana ajudou a construir patrimônios da humanidade, compondo modelos neoclassicos franceses ate no seculo XX, depois da mitade do seculo XX, a Argentina quis buscar um estilo proprio de arquitetura.

Musica: a Argentina e considerado um dos paises latinoamericanos com mais desenvolvimento musical. O pais possui grandes nomes da musica latina, como Mercedes Sosa, que fez grande sucesso com os brasileiros Gilberto Gil e Caetano Veloso.

Encontra-se uma grande variedade de gêneros, coisa natural devido à diversidade etnica do pais.
Rua Caminito Buenos Aires Argentina

RÚA CAMINITO





Bairro La Boca Buenos Aires Argentina

BAIRRO LA BOCA





Tango Buenos Aires Argentina

TANGO EM BUENOS AIRES

Cine: O cinema argentino foi um dos primeiros em entrar no mundo da cinematografia. Ao longo do seculo XX a produção cinematografica argentina, apoiada pelo estado e com o aval do trabalho de diretores como Leopoldo Torre-Nilsson, tornou-se numa das principais do mundo hispano-falante.
Um pouco depois de criado o cinema, realizou-se a primeira projeção cinematografica em Buenos Aires. Em 1897, o operador francês Eugenio Py realizou o documentario “La bandera de Argentina” seguido por “Viaje a Buenos Aires” (1900) e “La revista de la escuadra Argentina” (1901). Nos inicios do seculo XX varios autores argentinos continuaram experimentando as possibilidades do novo meio. Eduardo Cardini filmou “Escenas Callejeras” (1901) e Mario Gallo realizou “El fusilamiento de Dorrego” (1908), que foi o primeiro filme com trama argumental.
A historia e literatura nacionais ofereceram a tematica basica do cinema argentino nos inicios. Um dos sucessos do começo do cinema foi “Nobleza Gaucha”, filme realizado em 1915 por Humberto Cairo, Eduardo Martinez de la Pera e Ernesto Gauche, inspirado no “Martin Fierro” de Jose Hernandez.
A incorporação do som teve uma grande influência sobre o publico. Maglia Barth “Tango” (1931), Mario Soffici “El alma del bandoneon” (1935) e “Prisioneros en la tierra” (1939); Manuel Romero “La muchacha de a bordo” (1936) e Leopoldo Torres Rios “La vuelta al nido” (1938), marcaram o momento de maturidade do cinema argentino na decada de 30. Nesta epoca consagraram-se estrelas como: Libertad Lamarque, Tita Merello, Pepe Arias, Luis Sandrini e Nini Marshall.
A partir de 1940 o cinema argentino entrou em um longo periodo de crise cinematografica determinado pela concorrência comercial do cinema americano. Alguns dos grandes filmes da decada foram “Historia de uma noche” (1941) e “La dama duende” (1945), ambas de Luis Saslavsky; “Malambo” (1945), de Lucas Demare e Hugo Fregonese; “Pelota de trapo” (1948) e “Crimen de Oribe” (1950) de Torres Rios, e “Las aguas bajan turbias” (1952) de Hugo del Carril.
 Desde 1957 uma nova geração de diretores conseguiu unir habilidade e requinte estetico, o que lhes permitiu participar em festivais internacionais. Leopoldo Torre-Nilsson, Fernando Ayala, David Jose Kohon, Simon Feldman e Fernando Solanas foram os protagonistas desta renovação do cinema argentino na decada de 60. Posteriormente outros diretores conseguiram seu estilo cinematografico, como Jose Martinez Suarez, Manuel Antin, e Leopoldo Favio.
Na decada de 80, realizadores como Maria Luisa Bemberg com “Camila” (1984) e Jose Luis Puenzo com “La Historia Oficial”, atrairam mentes internacionais.

Informação sobre Argentina

A Republica Argentina esta localizada na America do Sul, limitando ao norte com a Bolivia e o Paraguai, ao nordeste com o Brasil, ao leste com o Uruguai e o Oceano Atlântico, e ao sul e oeste com o Chile.
Seu nome provem do latim argentum ("prata") e esta associado com uma lenda sobre a existência de prata na região norte do rio que Juan Diaz de Solis, em 1516, tinha denominado Mar Dulce e que os portugueses denominavam Rio da Prata.
 É a segunda nação mais extensa da America do Sul e e uma das mais estaveis em materia politica e econômcia, e a oitava em extensão de todo o planeta.A lingua oficial falada na Argentina es el Castellano

Historia da Argentina

Em 1502 o navegante Americo Vespucio percorreu as costas do atual territorio argentino.

Em fevereiro de 1516, o navegante espanhol Juan Diaz de Solis pilotou sua nau o grande estuario do Rio de la Plata, ao que denominou Mar Doce e proclamou a região ao seu redor em nome da Espanha. Solis foi assassinado pelos aborigenes, ao parecer charruas, no litoral do Rio de la Plata que hoje corresponde ao Uruguai.
 Cabe mencionar que os expedicionarios que acompanharam Solis acreditavam que o estuario do Rio de la Plata era a boca do tão procurado passo para as Índias Orientais, quer dizer, que iria comunica-los diretamente com a Ásia.
 O territorio foi colonizado pela Espanha no decorrer dos seculos XVI e XVII. A expedição espanhola ao mando de Fernando de Magalhães,expedição na qual cabe destacar o cosmografo italiano Antonio Pigafetta, Juan Sebastian Elcano, e o descobridor das ilhas Malvinas, Esteban Gomez, chegou ao estuario do Plata em 1520.
Em 1527 o italiano ao serviço da Espanha, Sebastian Gaboto, filho de Giovanni, conhecido na Inglaterra como John Cabot, percorreu os rios Parana e Paraguai, fundando o forte de Sancti Spiritu nas proximidades da atual cidade de Santa Fe.
 Depois percorreu parte do rio Uruguai, fundando um fortim na Banda Oriental. As fundações de Gaboto, porem, foram efêmeras. Devido à selvageria dos conquistadores, os indios timbus destruiram o forte de Sancti Spiritu, forte conhecido tambem como Torre de Gabot.
A inicios de janeiro de 1536 chegou à banda ocidental do Rio de la Plata uma expedição integrada por mais de 1.300 europeus - incluindo mulheres, a maioria deles de nacionalidade espanhola, embora tambem contavam-se italianos, alemães, etc.
 Esta expedição estava sob as ordens do “adelantado” Pedro de Mendoza, quem em 2 de fevereiro desse ano fundou a cidade de Santa Maria do Buen Ayre - antiga Buenos Aires. A resistência dos indios het (ou querandis) e dos chanas, provocada pela barbarie dos colonizadores, levou essa primeira fundação de Buenos Aires ao fracasso.
  Entretanto, Juan de Ayolas subiu o rio Parana e atravessou o Chaco Boreal ate ingressar à Sierra del Plata, quer dizer, aos contrafortes orientais dos Andes, mas ao tentar regressar, sucumbiu num enfrentamento com los aborigenes.
 Juan de Salazar, indo em ajuda de Ayolas, fundou a cidade de Nossa Senhora da Assunção do Paraguai em 1536. Na tal impremeditada fundação, refugiaram-se os poucos europeus que sobreviveram à destruição da antiga cidade de Buenos Aires por parte dos aborigenes.
Quase paralelamente, pelo norte produzia-se a entrada de Diego de Rojas quem apos fundar a efêmera cidade de Medellin de Soconcho à beira do rio Dulce, foi morto pelos aborigenes nas cercanias da atual fronteira da provincia de Santiago del Estero com a de Cordoba.
 A seguir, Francisco de Aguirre fundou a cidade de Santiago del Estero em 1553, portanto, esta cidade e a mais antiga fundação europeia que perdura no atual territorio da Argentina.
Em 6 de julho de 1573 Jerônimo Luis de Cabrera fundou a cidade de Cordoba da Nueva Andalucia, onde se fundaria, em 1612, a primeira universidade do Cone Sul.
 Descendo os rios Paraguai e Parana de Assunção, Juan de Garay, junto a "mancebos e mancebas da Tierra" fundou no sitio de Cayasta a primeira cidade de Santa Fe e em 11 de junho de 1580, sem clara autorização, re-fundou a cidade de Buenos Aires com a denominação "Ciudad de la Santisima Trinidad y Puerto de Santa Maria de los Buenos Aires". Este porto prosperou como um centro do chamado "contrabando exemplar".
Em 1776, dentro do quadro das "Reformas Borbônicas", criou-se o Vice-reinado do Rio de la Plata, com capital em Buenos Aires.

O MORRO DOS VENTOS UIVANTES (Emily Bronte)



O MORRO DOS VENTOS UIVANTES
      Único romance escrito por Emily Brontë, "O MORRO DOS VENTOS UIVANTES", foi publicado em 1847. Hoje considerado um clássico da literatura inglesa, caracterizado como uma história de amor amaldiçoado e de vingança, e visto como a mais intensa história de amor já escrita na língua inglesa, recebeu fortes críticas no século XIX, época em que foi lançado. Um ano antes, as três irmãs Brontë Charlotte, Emily e Anne haviam publicado uma coletânea de poemas. Nos círculos literários ingleses era crença generalizada que as “Irmãs Brontë” e os “Irmãos Bell” fossem as mesmas pessoas. No entanto, o simples crédito deu margem a controvérsias: que “Bell” seria, realmente, qual das irmãs Brontë? Correntes de críticos afirmavam que os três pseudônimos pertenciam na realidade à Charlotte; outros sugeriam que os demais pseudônimos “Bell” não se relacionavam com nenhuma das irmãs, e se referiam a seu Irmão Branwell. Críticos da época reagiram com indiferença à obra, comparando-a desfavoravelmente com “Jane Eyre”, de Charlotte Brontë, enquanto outros achavam o livro excessivamente mórbido e violento. Finalmente, a reavaliação crítica gradual encabeçada pela própria Charlotte resultou no reconhecimento do gênio de Emily e na aceitação d' O MORRO DOS VENTOS UIVANTES como uma obra-prima singular, representando um distanciamento radical da tradição vitoriana de romance, fortemente influenciado pelo estilo de Percy Shelley em sua poesia, pelo ar gótico e rebuscado de Isaac Watts, autor do primeiro romance gótico “O Castelo de Otranto” e por Mary Shelley, autora de “Frankstein” e “O Último Homem”. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES possui características ímpares diante de seus contemporâneos: enquanto outros se baseavam em ações complexas, geralmente tortuosas, sua estrutura dramática era resultado do choque de vontades, através de uma rica mistura de romantismo e realismo, transbordando de paixão, turbulência e misticismo. O MORRO DOS VENTOS UIVANTES já foi adaptado mais de vinte vezes para o cinema, rádio e TV. A versão de William Wyler de 1939, estrelada por Merle Oberon como Cathy e Laurence Olivier como Heathcliff, é considerado um dos grandes clássicos do cinema até os dias de hoje, indicado para sete categorias da mais importante premiação do cinema e vencedora do prêmio por sua fotografia; as versões mais recentes são as de 1992, estrelada por Juliette Binoche e Ralph Fiennes, e uma modernização para os dias de hoje, produzida pela MTV em 2003.